Você sabe quais são os mitos sobre sexo mais contados? Há muitas informações que, depois de serem repetidas inúmeras vezes, acabam virando senso comum. Com isso, passamos a repassar dados que, em muitos casos, estão muito longe de serem verdade. Quando o assunto é sexualidade não é diferente, quer ver?
Vai dizer que você nunca ouviu que o tamanho do pé de um homem tem relação com a dimensão do pénis? Esse é apenas um dos mitos sobre sexo contados por aí. Para você ficar ligada no que é verdade, ou não, desmistificamos algumas lendas abaixo. Confira!


1. Prazer só acontece com a penetração

Quem acha que só dá para sentir prazer na hora H por meio da penetração, está muito enganado. Há inúmeras formas de estimular as mais diversas partes do corpo com as preliminares. Aqueles que concentram todo o ato apenas nas partes íntimas podem estar perdendo boa parte da diversão.
Isso porque nosso corpo possui diversas zonas erógenas e todas elas são igualmente importantes e prazerosas. Explorar todas as áreas corporais e aprender as preferências do parceiro, e as suas próprias, é a chave para uma noite muito picante. Por que não tentar chegar ao orgasmo por meio do sexo oral, masturbação ou, até mesmo, carícias nos seios?

2. Homens gostam mais de sexo do que mulheres

Esse é mais um senso comum reforçado pela sociedade, mas que não tem nenhum embasamento científico. Não, homens não gostam mais de sexo do que mulheres. Não há argumentos biológicos que digam isso.
A questão é que os meninos, desde pequenos, são estimulados a pensar e falar sobre isso. Enquanto as meninas são ensinadas a não tocar no assunto. O segredo está, então, em se libertar desse tabu e explorar o próprio corpo e entender o que agrada. Você até pode conhecer algumas mulheres que não curtem muito transar, mas saiba que existem homens exatamente na mesma situação.

3. O hímen sempre se rompe e sangra na primeira vez

Esse é um mito muito popular e igualmente mentiroso. Embora seja comum que hímen se rompa durante a primeira vez, essa não é uma regra. A fina membrana pode ser partida apenas após algumas relações sexuais ou até mesmo em situações fora do sexo, em atividades cotidianas. Cada corpo é um corpo e o mesmo se aplica ao sangramento: algumas mulheres sangram, outras não e está tudo bem. Simples assim!

4. O tamanho do pé é igual ao do pénis

Ok, esse é um dos mitos mais difíceis de acreditar, mas vez ou outra bate aquela dúvida seguida de uma análise minuciosa, não é? A verdade é que, como imaginamos, nem o tamanho do pé, mãos, nariz ou qualquer outra parte do corpo têm relação com a dimensão do pénis.
As extremidades do corpo são influenciadas pela quantidade de hormonas de cada homem, enquanto o tamanho do órgão genital é determinado pela quantidade de sangue que ele é capaz de absorver, e essa é uma questão unicamente genética. Mas, não se engane! O tamanho do documento do parceiro não interfere na qualidade do ato. Os menores, inclusive, conseguem atingir o ponto G da mulher com mais facilidade.

5. Fazer sexo pode causar dor

Transar não dói e você precisa saber disso. Se ao ter relações você sente desconforto, deve consultar um ginecologista. Muitos factores podem causar incómodo na hora H, como falta de lubrificação, vaginismo ou até questões psicológicas. Por isso, investigue!

Viu como ouvimos diversos mitos sobre sexo todos os dias? É importante entender o que é verdade ou não. Assim, nos cobramos menos, compreendemos melhor o próprio o corpo para buscar as melhores formas de sentir prazer. 


A chegada do bebé é muito esperada em uma família. Porém, com as alegrias também surgem os desafios para os pais. É hora de descobrir o que realmente muda na vida sexual da mulher depois da maternidade.

O que muda na vida sexual da mulher depois de ser mãe?

O casal, antes apenas homem e mulher, agora passa a ser formado por uma mãe e um pai. Essa fase gera muitas transformações na vida sexual depois da maternidade. Porém, é preciso manter o vínculo dos parceiros e evitar crises no relacionamento. Veja como ocorrem essas mudanças:

1. Tempo dedicado para o relacionamento

Com a chegada do filho é comum que os pais foquem na criança. Por isso, o tempo a dois acaba sendo deixado de lado. Isso também ocorre por uma diminuição natural na libido de ambos devido às condições actuais de vida.

A mãe sente seu corpo ainda fragilizado, já o pai tem uma redução na testosterona de até 34%, de acordo com um estudo da Universidade Notre Dame, nos Estados Unidos. Esse quadro e os novos horários do bebé resultam em uma diminuição das actividades sexuais.

2. Prioridades da vida

As preocupações que antes estavam apenas no casal mudam o foco. Agora todos os dias são pautados em suprir as necessidades do bebé. Até mesmo o momento de intimidade ocorre com certa apreensão, podendo ser interrompido pelo choro do filho.

Assim, com todas as adaptações, é comum que o casal exija muito de si mesmo. Afinal, agora devem pensar que não são mais os dois, também é preciso considerar o que é melhor para a criança. Logo, uma viagem romântica mais longa a dois pode ficar em segundo plano. Porém, uma opção é tentar um final de semana na praia, por exemplo, para apimentar a vida sexual do casal.

3. Cansaço

Com tantas novidades, os deveres dos membros da família acabam aumentando. Todo o dia gira em torno do bebé e isso pode ser desgastante. Portanto, o tempo livre dos pais reduz consideravelmente.

Então, em todo horário livre, os dois procuram descansar para estarem dispostos para o trabalho, para as obrigações da casa e para cuidar do filho.

4. Mudanças no corpo

A mulher também sofre com quedas hormonais após o parto, fazendo com que haja menos lubrificação interna. Porém, o sexo pós-parto não proporciona menos prazer. Apenas é preciso ter mais paciência durante o período de oscilações no organismo.

A hormona que estimula a produção do leite, prolactina, também é um agente nessa transformação. Ele pode diminuir a libido feminina enquanto a mãe estiver no processo de amamentação.

5. Factores psicológicos e emocionais

O bloqueio sexual que pode ocorrer após os 40 dias de resguardo não é principalmente físico. Um ponto importante é que a mudança no corpo interfere na autoestima feminina. Então, a transformação deve ser vista com muito carinho e cumplicidade.

Os pedidos do parceiro para retomarem as relações sexuais também podem levar a uma cobrança interna. Por isso, é fundamental respeitar o tempo de adaptação dos dois.

Nesse aspecto, o diálogo franco é a melhor arma para melhorar a vida sexual depois da maternidade. Assim, essa fase será uma chance para explorar mais a sexualidade de ambos e amadurecer o relacionamento.

Uma das alternativas para aquecer a vida sexual é investir em brincadeiras.

Quem nunca viu o relacionamento dar aquela esfriada e não soube o que fazer que atire a primeira pedra. Quando o sexo passa a ser previsível, “morno” e ver um filme passar a ser, constantemente, mais interessante do que os momentos íntimos do casal, é sinal de que alguma coisa está errada.

Mas não há motivo para pânico: não é impossível reacender a chama entre os dois. Logo, que tal colocar o assunto no topo da lista de resoluções para 2020? A origem dos problemas dos relacionamentos~está nas próprias pessoas. “Geralmente, estão relacionados à auto imagem negativa”, explica.



Os problemas de auto estima atingem tanto as mulheres quanto os homens, sendo que para as mulheres costuma estar mais ligado à imagem, e para os homens ao desempenho sexual. A perda do tesão entre o casal começa quando estes problemas, não resolvidos, começam a ser levados para a cama.


Por outro lado, existem várias formas de se re-conectar com a própria sensualidade. “Quando não há questões emocionais a resolver, os problemas, sejam quais forem, ficam fora do quarto”. Para ajudar na missão, as especialistas dão algumas dicas:

PÉ NO CHÃO

A vida não é um roteiro de filme porno, e mulheres e homens atraentes possuem diferentes características físicas. É importante saber disso, tanto para se valorizar, quanto para valorizar o(a) parceiro(a). Para colocar isso em prática, estar consciente dos próprios atributos é um bom caminho. “Elogiar-se é trazer coisas boas. Diga a si mesmo o que gosta sobre você e reforce isso sempre”.

BRINQUE MAIS
SEXUALMENTE falando. As pessoas costumam pensar que todo o objectivo da relação sexual é o orgasmo, mas antes dele há todo um percurso a ser explorado e valorizado. Brincadeiras sexuais, toques, preliminares – nesta hora, vale tudo para criar o clima. “Assim, o prazer será maior”.

ADRENALINA AJUDA
NADA contra o tradicional, mas provocar aquele frio na barriga de vez em quando contribui muito para manter as coisas interessantes. Situações ousadas estimulam a produção de dopamina no cérebro, o que implica no desejo sexual. Que tal sair do quarto e tentar lugares diferentes?

COMUNICAÇÃO É TUDO
“Ninguém sabe tudo sobre sexo”, afirma a sexóloga Carla Cecarello. Ou seja, conversar sobre isso não é opcional. Trocar informações sobre o que se gosta ou não na hora do sexo, expectativas, entre outras coisas, é essencial para melhorar a relação e a própria transa. Sob este aspecto, se conhecer é a chave para saber transmitir ao outro o que te dá prazer. “vale a regra de conhecer-se, elogiar-se e tocar-se”, completa.

MUDE A ROTINA

NA correria do dia a dia e tomado pelo estresse, fica difícil se sentir sexy e estimular desejos. Isso é explicado pelo excesso de ocitocina, substância que corta os efeitos da hormona sexual testosterona, e é produzido quando a pessoa experimenta uma tensão crónica. Para não prejudicar a libido, a dica é, sempre que possível, fazer algo diferente, que te possibilite conexão consigo mesmo. “Coisas simples, como ouvir uma boa música ou vestir algo para se sentir bem com você ajudam”.

VARIEM O ROTEIRO
POR mais simples que possa parecer, visitar locais novos juntos, como bares, restaurantes e passeios ao ar livre, é uma óptima opção para renovar os ares e criar novas experiências ao casal. Surpresas também podem ser bem-vindas, como um presente simples sem algum motivo específico ou uma visita inesperada.

A secura vaginal é uma alteração natural da lubrificação íntima que pode causar muito desconforto e queimação para a mulher durante o dia-a-dia, além de também puder causar dor durante o contato íntimo.
Embora esta alteração seja mais frequente na menopausa, devido à diminuição das hormonas que mantêm a lubrificação vaginal, a secura também pode acontecer em mulheres jovens, especialmente quando se utiliza um anticoncepcional oral.


No entanto, existem várias formas de tratamento que podem ser discutidas com o ginecologista e que podem ajudar a aliviar os sintomas, permitindo um aumento na lubrificação vaginal. Algumas dessas opções incluem:

1. Cremes para secura vaginal

Os cremes para a falta de lubrificação feminina geralmente são a primeira opção de tratamento recomendada pelo ginecologista, e existem dos tipos diferentes:
  • Cremes hidratantes vaginais: criam uma camada lubrificante e protectora da flora vaginal que se mantém por algumas horas ou dias, aliviando os sintomas sem usar hormonas ou apresentar efeitos colaterais;
  • Cremes com baixa dose de estradiol, como Premarin ou Ovestrion: são aplicados no canal vaginal para estimular a lubrificação natural da mulher, através do efeito do estrogénio e, por isso, são mais eficazes que os hidratantes sem hormonas.
Estes cremes podem ser aplicados com o dedo ou com o aplicador que é fornecido na embalagem, porém, em muitos casos o aplicador pode colocar o creme muito fundo, dificultando a lubrificação completa de toda a parede vaginal.
Os cremes lubrificantes normais para o contato íntimo, também podem ser usados, mas apenas no momento da relação sexual, para aumentar a lubrificação. Já a vaselina, deve, sempre que possível, ser evitada, porque é um produto à base de petróleo que facilita o surgimento de infecções.

2. Comprimidos de estrogénio

Os comprimidos com estrogênio, são semelhantes à pílula anticoncepcional e funcionam por aumentar a quantidade desta hormona no corpo. Assim, é possível estimular a lubrificação natural, aliviando a secura vaginal.
Embora estes remédios tenham bons resultados e sejam tão eficazes como os cremes hidratantes, podem ter alguns efeitos colaterais como dor de cabeça, náuseas e até aumento do risco de trombose, por exemplo. Por isso, estes comprimidos só devem ser usados com orientação de um ginecologista.

3. Suplementos alimentares

O uso de alguns suplementos alimentares pode ajudar a melhorar a lubrificação vaginal. Alguns dos mais recomendados incluem:
  • Vitamina E: esta vitamina aumenta a quantidade de sangue nas paredes da vagina, melhorando a lubrificação local. Para ter efeito, as doses devem ser entre 50 a 400 UI por dia. Os efeitos normalmente podem ser observados cerca de 1 mês após início do uso;
  • Vitamina D: é um suplemento que reduz o pH da vagina e que, por isso, alivia a secura associada ao aumento do pH;
  • Maca: é uma planta medicinal que aumenta a quantidade de estrogénios no corpo, melhorando a lubrificação vaginal. Geralmente a dose recomendada é de 2g por dia.
Idealmente, estes suplementos devem ser orientados por um nutricionista ou por um naturopata, de forma a obter os melhores resultados. Este tipo de tratamento pode ainda ser associado a qualquer um dos outros tratamentos para secura vaginal.

4. Dieta com fitoestrogénios

Os fitoestrogênios são substâncias semelhantes à hormona de estrogénio que se encontram nos alimentos e que, por isso, podem ser ingeridas de forma a ter uma acção semelhante à dessa hormona no corpo, estimulante a lubrificação.